sexta-feira, 8 de junho de 2012

Peter Drucker e os Desafios da Gestão para o Sex XXI

Depois de ler os textos recomendados, detive-me no de Peter Drucker “Desafios da Gestão para o séc. XXI”, que foi para mim o mais interessante, sem desprimor para os outros dois autores, apenas porque me identifiquei logo com o conteúdo deste cáp. 4 “Desafios da Informação”. Para melhor entender aquilo que lia primeiramente optei por conhecer mais o autor e perceber quem era. Peter Drucker gostava de levar uma vida simples, nos seus 95 anos de vida, teve sete profissões diferentes: economista, analista financeiro, jornalista, conferencista, consultor, autor e professor. Não gostava que lhe chamassem “guru”, termo que associava ao charlatanismo. No entanto a maioria dos interessados em Gestão conhecem-no como o “pai da gestão moderna”. O grande legado do trabalho de Peter Drucker está, porém, na minha opinião, na capacidade que tinha de interpretar o presente, antever movimentações e vislumbrar as implicações futuras, que produziriam mudanças na sociedade, na economia e no mundo empresarial, foi o primeiro a defender que os trabalhadores são os donos do ativo mais importante da sociedade moderna - o conhecimento. Para Peter Drucker essa nova sociedade será baseada no conhecimento de trabalhadores altamente qualificados. O saber será o recurso fundamental e diferenciador. Esses trabalhadores qualificados não constituirão a maioria na sociedade do conhecimento, mas serão o maior grupo da população ativa. E, mesmo que sejam ultrapassados em número por outros grupos sociais, serão aqueles que darão o corpo e a liderança a esta sociedade emergente. Segundo Drucker, um grande número de trabalhadores do conhecimento têm de executar tanto trabalho intelectual como manual. São o que ele chama de "tecnólogos". Provavelmente serão o maior segmento dentro do grupo dos trabalhadores do conhecimento. Serão, também, o segmento que crescerá de forma mais rápida, sucessores dos "trabalhadores qualificados" dos séculos XIX e XX. Porém, passarão a ser mais “parceiros” do que “empregados”, e terão valor e reconhecimento social. Para isso, terão que buscar maior produtividade. O empowerment é uma técnica de revolução nos recursos humanos, pois requer que cada trabalhador do conhecimento pense e se comporte como um gestor. Também implica uma mudança radical nos pensamentos e ações de todos os trabalhadores do conhecimento, até mesmo os mais jovens. “Um empreendedor que não aprende a gerir não durará muito, assim como uma gerência que não aprende a inovar”. Peter Drucker

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