O primeiro-ministro afirmou que partiu dele a decisão de não anunciar previamente a suspensão das reformas antecipadas.
O primeiro-ministro acaba de dizer no Parlamento que partiu dele a decisão de não anunciar aos portugueses previamente que o Governo ia proibir as reformas antecipadas, porque, explicou ao Parlamento, "há medidas que ou se tomam desta maneira ou não se tomam", caso contrário o efeito esperado - sustentabilidade da Segurança Social - acabaria por cair por terra.
Quanto ao regresso aos mercados e à diferença de datas que tem sido apontada por membros do Governo, incluindo Passos, o primeiro-ministro lembra que Setembro de 2013 é "uma data de referência", correspondente ao vencimento de uma linha de obrigações do Tesouro que já ocorre fora do período de garantia que o FMI e UE garantem transferências financeiras para Portugal".
Mas Passos espera que nessa data Portugal tenha "provisões" próprias para fazer face às suas obrigações sem necessitar de recorrer aos mercados.
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